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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Ordem e desordem


Crônica

As grandes revoluções pessoais costumam começar em pequenas organizações práticas. Arrumar o próprio armário, por exemplo. Afinal, diante da complexidade da vida, nada como arrumar os pares de meia e os livros antes de arrumar a si mesmo. Tem que começar fácil.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Televisão, memórias, morte e renascimento

Relato pessoal


Desativei o sinal da TV aberta há alguns anos de minha rotina. Bons anos. Tanto que fiquei surpreso ao ver, em um aparelho ligado numa padaria, que William Bonner tem os cabelos brancos. Das poucas lembranças deste grande jornalista brasileiro, ficou aquela do dia em que ele chorou pela morte de Roberto Marinho, ao vivo.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Saudosismo e esperança


O primeiro "livro" que escrevi na vida foi "O homem folha", aos nove anos. Encontrei a pérola entre alguns documentos antigos. Para mim, a maior prova pessoal de que sempre tive vontade de escrever. Copio aqui com todos seus erros. O texto é bobinho, mas afinal, o que você esperava de uma criança de nove anos? rs

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Palahniuk está entediado

obs.: este é um texto da aba "relato pessoal", fora do tema principal do site.

Estou entediado. Não do tipo que se martiriza pela falta do que fazer. Mas por não estar afim de fazer o que  há para se fazer. 
Nada.
Nada mesmo.

E só pelo prazer da companhia, vou entediá-lo também.

domingo, 7 de outubro de 2012

Uma marca que marca


Fiz uma tatuagem. Se você é meu amigo no Facebook, já deve até estar de saco cheio, pois já escrevi muitas coisas sobre ela e postei diversas fotos.  Estou me divertindo com a situação. Se o verbo em primeira pessoa que introduz este parágrafo não for suficiente, gostaria de acrescentar em uma frase toda que este texto é pessoal. Muito pessoal. Ao mesmo tempo, sinto vontade de compartilhar a ideia, então aí vai.

domingo, 29 de abril de 2012

A cultura do "Zé Perguntinha"

Perguntar demais é chato?

Pensei muitas vezes antes de dar título a este texto. "Zé Perguntinha" foi um apelido que alguns estudantes de jornalismo da minha sala me deram (nunca me chamaram assim pessoalmente, apenas fizeram citações em redes sociais) há aproximadamente um ano, pelo fato de eu fazer muitas perguntas na sala de aula. Só fui descobrir que isso os incomodava depois que um aluno me contou a origem de tal apelido. Nunca parei para pensar muito na questão, pois de certa forma até me senti bem com o termo. Enquanto alguns eram conhecidos por escreverem textos horríveis ou por falarem bobagens escabrosas durante as aulas, ser conhecido como "o chato que faz muitas perguntas" era até elogioso, apesar da conotação negativa adotada pelos colegas.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Cinema mudo


Após um longo hiato desde o texto "Dois rios", retomo com o Timeless Winter. Um dos textos que escrevi que mais me agradou, no sentido geral, o relato que deixei a respeito do Colégio Veritas e da minha "superação" mudou rumos que eu tinha por válidos ao longo de muitos anos. E como uma onda nunca vem sozinha, parece-me que desde então, passei a reparar mais nos detalhes do cotidiano. Um intervalo de 10 minutos no trabalho gera uma reflexão. Uma menina brincando na calçada, outra. E nessa noite, uma ida ao cinema me influenciou a criar este texto.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Dois rios

Um post mais pessoal que o comum desse blog. De uma experiência sem graça e previsível, cheguei a um momento único, julgando-o "um dos melhores de minha vida", como dito repetidamente naquela tarde de sábado. Um sábado que sorria com dentes amarelados e pelo cantinho da boca...